Depois de uma semana de esfaqueamentos, o canal enfim percebe o absurdo das leis que protegem criminosos por critério etário, e o autor cobra atenção a como os formadores de opinião tratam a maioridade penal.
Conversa na região dos hospitais, em Belo Horizonte, com um conhecido que foi eleitor do PT nos anos 90; ambos se sentem presos entre o PT e a alternativa tucana, e o autor critica a aula de Olavo de Carvalho.
A morte de B.B. King e a devoção ao ofício que separa medíocres e notáveis, com a lembrança de um escritor cuja morte deixou um território cultural vago.
Contra a depressão de quem espera a rejeição de Edson Fachin: o Senado nunca vetou indicados ao Supremo, e cabe ao Legislativo e à Imprensa vigiar os ministros.
Resposta a leitores: o autor define casta acadêmica nos moldes dos “Círculos de Poder” de C. Wright Mills, que incluem os circundantes e transmitem valores por contágio e convívio.
O interesse popular pelo Supremo desde o Mensalão como marco civilizatório, e a crítica à tolerância com parlamentares sem cultura demonstrada, que transformam o Congresso em galpão de baile.