Sobre a decisão do STF sobre aborto, o autor se abstém de interpretá-la juridicamente, respeita quem a rejeita pela fé e fala do isolamento de Temer após a tragédia da Chapecoense.
Resposta a um leitor que pergunta como estudar quem luta pela sobrevivência: admitir as lacunas na educação política, limitar internet e TV e frequentar sebos.
Inspirado em “Monk”, o autor descreve o “Povo da Internet”, que acha atalhos para enigmas históricos, e critica a visita de manifestantes ao Congresso Nacional.
Os especialistas da TV como “simplificadores” de questões complexas e o homem comum que sente o mundo incompreensível; fecha com a morte de Leonard Cohen.