A capa histórica da “Veja” no auge da crise de Temer, a imprensa dividida em duas torcidas e o risco de que a desmoralização dos políticos leve à vitória do “Pós-PT”.
Em resposta a leitores, o autor discute a tese de Reinaldo Azevedo de um complô do Ministério Público contra Temer e vê os fatos como sintomas da degradação de uma democracia de eleitores não-leitores.
O provérbio que o pai lhe repetia, “ri-se o Diabo de quem faz planos para o ano seguinte”, e o desmoronamento de planos de reformas depois dos acontecimentos de 17 de maio de 2017.
Homenagem a Antonio Candido, crítico que o autor aprendeu a respeitar na adolescência, sem que o PT pesasse como virtude ou defeito, e lembrança de um ator morto na mesma semana.
O boicote de cineastas ao filme sobre Olavo de Carvalho: círculos culturais sempre agiram como tribos com bênçãos e maldições, e a competência alheia incomoda.
Um “anticlímax” previsível: o depoimento de Lula a Sérgio Moro não é jogo decisivo, e o autor, cético, pergunta o que os inimigos do petismo preparam para depois.