Num ato de “Lula Livre” na Praça Afonso Arinos, o autor vê militantes treinados e a distorção da frase de Dallagnol, e conclui que quem combate o Poder atual improvisa mais.
Contra a euforia da Direita com a prisão: para o autor, o refúgio de Lula no sindicato é uma demonstração de Poder, e o esquema que ele integra segue de pé.
Por que Bolsonaro cresce ao falar de segurança enquanto outros candidatos parecem habitar outro país, e o papel de Alexandre Frota como combatente de um novo paradigma.
A caravana de Lula pelo Sul, a hostilidade que ele recebe e a dúvida sobre a capacidade de Bolsonaro de conquistar as massas; o autor promete publicar poemas e contos em vez de repetir respostas.
O assassinato de Marielle Franco e o uso da indignação pela Esquerda e pelo PSOL; o autor lembra as vítimas da violência cujas dores ficam sem comoção organizada.
Antônio Carlos Magalhães e a “falta do sentido de gravidade”: o arrastão no Carnaval, o caso do menino João Hélio e a reação de professores e jornalistas a quem pede mudanças nas leis penais.