Resposta a quem lhe diz que o preço de esperar Dilma até 2018 é alto: o autor defende a educação política das massas, que precisam vomitar o sistema com plena consciência, e lembra que a vida não acaba em 2018.
A capa de Veja que garantia a prisão de Lula pela delação de Léo Pinheiro, desmentida pelo advogado, e a lição de Cláudio Abramo sobre fatos “98% confirmados” de véspera.
A entrevista do escritor cubano, que respondeu que “ninguém morre de fome em Cuba”, e a imprensa governista que comemorou o gol contra da repórter de Veja.
O Brasil copia mal conceitos sociais: o autor distingue Esquerda Caviar de Radical Chic, pede precisão semântica e compara a cobertura de Leonard Bernstein à realidade cultural nacional.
Olavo de Carvalho foi suspenso duas vezes no Facebook, por opiniões e por uma foto dos netos tomando banho; o autor discute o poder da rede e sugere uma saída coletiva.