Como a Esquerda se recupera de fraturas e desgastes: a explicação de Olavo de Carvalho sobre o Poder ancorado em vínculos pessoais e os blogs de Direita que contratam gente primária.
A ideia popular de que toda opinião deve ser sagrada, as piadas sobre Michel Temer e o risco de ajudar o inimigo, e um carro com anúncio de candidato a vereador que quase atropela o autor.
Livros que deveriam existir, como um “Depoimento” de Helio Fernandes à maneira de Lacerda e uma coletânea de Ruy Castro em revistas, e a crítica a um “Roda Viva” interrompido demais.
A comparação de Lula com Jesus Cristo, o partido dependente do eleitorado dos programas assistenciais e o fim das especulações com a cassação de Eduardo Cunha.
Preso num ônibus durante manifestação anti-Temer em Belo Horizonte, o autor descreve a “massa de laboratório” organizada de universitários e militantes e reflete sobre a desmoralização do impeachment.
O Sete de Setembro sem desfile presidencial: para o autor, a desmoralização do impeachment é bem executada e a Oposição não responde, com a classe política e jornalística em recuo.